
A Disney queria inovar. Queria modernizar. Mas conseguiu, na verdade, cavar sua própria cova. A nova versão de Branca de Neve, programada para estrear em 20 de março, virou um problema tão grande que até o estúdio parece estar se arrependendo. Sabe aquele filme que todo mundo quer esquecer? Pois bem, parece que o próprio estúdio também.

Tudo começou quando resolveram mexer em um clássico amado por gerações. Branca de Neve? Sim, claro! Mas sem os anões. Afinal, não pegaria bem retratar anões trabalhando em minas. “Vamos substituir por criaturas mágicas” – disseram eles, acreditando que estavam mudando o mundo. Mas calma, a lambança não parou por aí. Beijo do príncipe? Jamais! Afinal, ninguém perguntou se Branca de Neve queria ser acordada. Romance, contos de fadas e magia? Isso é tão ultrapassado!
Quando a Madrasta é Mais Bonita Que a Protagonista
Se a ideia era reimaginar Branca de Neve, podiam ao menos ter mantido um detalhe essencial da história: a madrasta era ciumenta porque Branca de Neve era a mais bonita do reino. Mas a Disney decidiu escalar Gal Gadot como Rainha Má e Rachel Zegler como Branca de Neve. Problema? Bom, se você olha para as duas e se pergunta “quem é mais bela?”, o espelho mágico teria sérios problemas para mentir dessa vez.
Como se não bastasse, a própria protagonista, Rachel Zegler, fez questão de transformar o filme numa batalha cultural. Disse que o filme “não era para certos tipos de pessoas”, sugerindo que se você não gostou da nova abordagem, então melhor não assistir. Excelente estratégia de marketing: afastar o público antes mesmo da estreia.
Disney Desiste de suas Pré-Estreias
Com todo esse desastre em andamento, a Disney finalmente jogou a toalha. As grandes pré-estreias, eventos que normalmente servem para gerar hype e expectativa, foram reduzidas a algo tímido e sem presença do público. Ao invés de celebrarem sua “reinvenção”, preferiram evitar o vexame.

Mas e agora? A esquerda mais radical boicota o filme porque Gal Gadot é israelense e, portanto, “problemática” dentro da bolha progressista. A direita rejeita o filme porque ele destrói um conto de fadas clássico em nome de uma agenda ideológica. E o público comum? Bem, esse está só confuso, tentando entender por que um estúdio multibilionário se esforçou tanto para afastar todo mundo.
A Magia se Foi
No fim das contas, Branca de Neve deixou de ser um conto sobre magia, coragem e amor verdadeiro. Agora, é só mais um exemplo de como Hollywood se perdeu tentando agradar a todos e, no final, não agradou a ninguém. Disney, melhor chamar o espelho mágico de novo e perguntar se ainda tem esperança.
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